















As tendências e as novidades do movimentado mundo da moda são as grandes atrações dos três dias do Pátio Belém Fashion Days. Realizado pelo Shopping Pátio Belém, o evento espera atrair mais de 20 mil pessoas ao Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, no período de
Este ano, o PBFD terá a temática “Movimento” e abordará esse tema em seus mais diversos sentidos. Segundo o produtor do evento, Reginaldo Fonseca, o Fashion Days 2009 traz a proposta do movimento em seu mais amplo sentido. “Pretendemos movimentar as pessoas para moda, movimentar a própria moda e o mercado. Queremos mexer também com o movimento emocional e psicológico que a moda pode proporcionar”, explica. No total, serão 20 desfiles exclusivos de marcas nacionais presentes no mix do shopping, que trarão ao público paraense as tendências e novidades em suas coleções primavera/verão 2009-2010. Outros seis desfiles irão combinar roupas e acessórios de diversas lojas do Pátio Belém e apresentarão possibilidades de looks com estilo e sofisticação.
Além de fomentar o mercado de moda na região, aproximando clientes e profissionais da área do que ocorre no eixo sul/sudeste do país, o evento também é gerador de renda e emprego. Sua magnitude gera investimentos de aproximadamente R$ 1 milhão. Estima-se que mais de 400 possibilidades de emprego devem ser geradas durante os três dias de PBFD, entre modelos, cabeleireiros, maquiadores, produtores de moda, técnicos, além da equipe de apoio. Outro grande impacto na economia local fica a cargo da apresentação de variados produtos e marcas na área de convivência. Nesta área, será possível circular pelos lounges dos patrocinadores e outras marcas que apresentarão seus produtos e serviços, além de lançamentos exclusivos direto ao público consumidor. Ao todo serão 11 lounges no evento.
Programação - No primeiro dia de evento, haverá os desfiles das marcas Tribbus, Scala, Iódice Denim, Visão, Santa Lolla, Aramis e C&A, além do Mix Pátio Belém.
Texto: Assessoria de imprensa do shopping Pátio Belém

Enviei as perguntas na esperança de que ela respondesse logo e, três dias depois, nada da Sônia. No sábado, quase uma semana depois, chegou o e-mail. As respostas enxutas complicaram o desenvolvimento da matéria. Fui então buscar informações: li o blog da modelista e várias matérias sobre moda e sobre o instituto onde se formou. Enfim, procurei subsídios que me ajudassem a deixar a entrevista bem redonda.
No e-mail que a Sônia mandou, ela disponibilizou três números de telefone para que eu entrasse em contato, caso tivesse dúvidas, inclusive, o celular. A matéria estava pronta, mas eu ainda não estava satisfeita e liguei para pegar mais informações e tirar algumas dúvidas. Como escrevi algumas coisas pelo que havia lido, pedi que ela escutasse o início da entrevista para saber se tinha alguma informação errada. Assim que acabei, uma surpresa. “Jornalista é jornalista, né? Catarina, está ótimo”, disse, em tom de agradecimento. Envergonhada, disse que estava fazendo apenas o meu trabalho. Trocamos mais algumas palavras e, ao desligar, ela finalizou: “Tens toda a liberdade para escrever o que quiseres. Não esquece de me enviar uma edição depois”.
Minutos mais tarde, o texto estava bom para mim. Comecei a refletir o que tinha aprendido com a entrevistada, como sempre faço ao final de uma matéria. Sônia Duarte, apesar de ter ideias glamourosas e ser uma das idealizadoras do método de modelagem industrial brasileira, é uma mulher simples, que procura passar seus conhecimentos para quem não teve o mesmo acesso que ela. Compreendendo as dificuldades do mercado no Brasil, ela tem um blog que dá detalhes sobre modelagem, e considera a concorrência completamente saudável - um sinal de que temos muitos profissionais de qualidade.
A história da modelista com a moda surgiu ainda na infância. Inspirada pelo avô, um renomado camiseiro das décadas de 50, 60 e 70, ela costurava peças para as amigas. Estudar