quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Selinhos virtuais

Foi com surpresa que recebemos os nossos primeiros selinhos virtuais. Recebemos um recado, no nosso blog, da Silvana (http://estudiopomar.blogspot.com/), dizendo que havia selinhos carinhosos para gente no blog dela.

E foram três de uma vez só!!! Receber selinhos é muito bom... é uma forma de reconhecimento. Mas o que nos deixou mais feliz foi receber da Silvana, que admiramos bastante. Sil, muito, muito obrigado!

Vamos aos procedimentos?

- Cinco coisas que mais gostamos na vida e indicar um produto Natura que uso:

1- Viajar
2- Família e amigos
3- Descansar em uma rede, de frente para a praia
4- Comidas gostosas
5- Comunicação e moda

Produto Natura de uso diário: perfume Essencial


Nossas indicações de blogs (ordem alfabética)


Exposição


"Lapidando o olhar - o Marajó em outros traços e novas formas" é o tema da exposição das artistas de Marcilene Rodrigues e Leila Salame, aberta à visitação até 18 de outubro, no Espaço São José Liberto / Polo Joalheiro do Pará. Com 35 peças em ouro, prata e gemas minerais – algumas lapidadas com grafismos marajoaras -, a exposição pode ser visitada de 9 às 19 horas (de terça-feira a sábado) e de 10 às 19 horas (aos domingos).

Fonte:
http://www.saojoselibertoigama.blogspot.com/

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cinema, internet e dicas na revista Degradê da Moda

A revista eletrônica Degradê da Moda está atualizada. Nesta edição, o Fashion Downtown, que começa dia 21 de setembro; a estreia, em novembro, do documentário que conta a vida do estilista Yves Saint Laurent; a primeira rede social de moda na internet, a byMK; e as dicas da colunista Jumara Cardoso, com Audrey Hepburn e Grace Kelly. Acesse a revista aqui.

domingo, 13 de setembro de 2009

Chatice vestida de grife

“Sex and the city – o filme” não faz jus ao divertido seriado da TV americana



Por Luiz Carlos Santos
Fotos: Divulgação

Tudo o que fez a delícia da série “Sex and the city” (2008) parece ter sumido do longa-metragem dedicado às quatro amigas bem-sucedidas, moradoras de Nova York e amantes do mundo fashion. O longa-metragem dedicado ao sucesso do canal pago HBO – exibido entre os anos de 1998 e 2004 – é um desfile, infelizmente de clichês, não de estilo. Chato, pedante, vazio e confuso, o filme não diverte e ainda faz a gente se perguntar se o destino de toda mulher de 30 é se tornar modorrenta aos 40. Você ainda fica boiando caso nunca tenha visto um episódio sequer na TV.

O melhor do filme nem é do filme. Trata-se da trilha sonora, essa sim gostosa e cheia de pontos altos. The Weepies, Duffy e Al Green – com a bela “How can you mend a broken heart” – pontuam diversos momentos do longa. Aliás, longo mesmo: alguém sabe explicar por que 148 minutos para um filme que, a princípio, teve tamanho prólogo televisivo? Os diálogos se arrastam e consolidam uma moralidade da qual o quarteto sempre foi despido. As situações não são engraçadas e, por diversas vezes, é possível ficar constrangido.


Difícil criar alguma empatia com Carrie Bradshaw, talvez a melhor personagem feminina de uma série de TV em muitos anos e, sem dúvida, da carreira da (quase) inexpressiva Sarah Jessica Parker. Carrie parece uma pós-adolescente problemática que só pensa no casamento luxuoso e se esquece do motivo por que vai se casar. Arrogante e mimada, soa como aquela garotinha insuportável de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (1971) que tudo quer, a todo momento, não importa como. Nem parece a interessante jornalista cujos conflitos eram tão interessantes de acompanhar.

O pior de Carrie, porém, é o figurino, assinado por Patrícia Field, que fizera um excelente trabalho em “O diado veste Prada” (2006). Tudo bem que nem sempre em filmes cujo verniz é o universo fashion as roupas que os personagens usam devem ser impecáveis ou as últimas criações dos mais celebrados estilistas. Quando, porém, os mesmos festejados criadores decidem dar seu toque especial às obras cinematográficas, a partir de convites milionários e campanhas gigantescas na mídia, espera-se algo de bom.


Não é o que se vê. Os colaboradores conseguiram fazer coisas absolutamente pavorosas, como a roupa que Carrie usa logo na cena de abertura. Você não lembra? Eu descrevo: trata-se de um vestido superflor – com uma imensa imitação de dália, talvez? –, com brincos de diamantes, bracelete Tiffany, carteira amarela e sandálias Dior. A combinação é pior que um mosaico multicolorido que causa dor de cabeça e só não perde para a bolsa em formato de Torre Eiffel que a protagonista usa quando vai conhecer com Big (Chris Noth) seu futuro apartamento.

O guardarroupa tem essas pérolas, todas cortesias de grifes do calibre de Prada, Valentino, Calvin Klein e Gucci. O que faz, porém, ser quase tudo tão estranho? A mistura exagerada de acessórios e peças. Carrie assume uma persona cafona que também não remete ao seriado, e daí pode-se concluir que, ao envelhecer, a mulher nova-iorquina do século XXI também vai ficando mais mal vestida. Com muita bondade, dá para entender que a, digamos, extravagância da personagem no modo de se vestir expressa seu modo de ser. Hum, será?

As outras personagens, porém, acertam mais do que erram. Miranda Hobbes (Cinthya Nixon) e Charlotte York (Kristin Davis) desfilam com belos vestidos, florais ou de gala, em várias cenas, sempre acompanhados de sapatos cujos tons discretos compõem um visual que, se não é ameno, também não incomoda. Miranda, a mais elegante – embora, no filme, moralista até a morte –, serve como manequim para belas criações de Carolina Herrera, Maggie London e Alberta Ferreti. Seria um pecado perder a oportunidade de explorar o fascinante mundo da moda nesse filme. Merecem destaque, também, os vestidos de noiva que Carrie usa para um ensaio fictício da “Vogue” no filme.

Há, contudo, muitos problemas de estrutura e roteiro. O consumismo assumido das quatro amigas é tão banalizado que se torna doloroso ver Samantha Jones (a estonteante Kim Catrall) cheia de sacolas desfilando nas mais caras ruas dos Estados Unidos. Impossível não associá-la a adolescentes que protagonizaram parecidas cenas, bem mais interessantes, em filmes passados; verdadeiras patricinhas que, pela proposta, não ficaram tão ridículas, como Reese Whiterspoon nos dois “Legalmente loira” (2001 e 2003) e a Anne Hathaway no já citado “O diabo...”. A frivolidade que antes era engraçada se torna desprezível. São as pobres mulheres ricas e seus melodramas elitistas, tão distantes e, nesse caso, distanciados do público.

Ficam fora de lugar também as citações literárias para justificar o ofício de Carrie, o culto às bolsas caras da Louis Vuitton – que se torna exagerado e fútil demais –, a simplificação dos conflitos femininos (que eram o maior trunfo da série) e a direção, que nunca acerta o tom. Quem se sai bem, curiosamente, é a dublê de atriz Jeniffer Hudson, vencedora do American Idol e de um Oscar prematuro por “Dreamgirls – Em busca de um sonho” (2007). Pela simpatia do personagem, ela acaba ofuscando a incongruência da patroa - sim, ela de novo, Carrie.

Se você quer se divertir vendo mulheres modernas, engraçadas e inteligentes, destilando seu veneno e observações sobre o mundo, sexo, moda e trabalho, recorra à série completa, toda disponível em DVD. É mais emocionante e tem muito mais estilo.

Sex and the city
EUA, 2008
De Patrick King
Com Sarah Jessica Parker, Kim Catrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Chris Noth.
Comédia, 148 min.

Tecnologia, Comunicação e Moda

O curso de Moda da Universidade da Amazônia (Unama) promove na noite desta segunda-feira, dia 14, às 18h, no campus da Alcindo Cacela, a 4ª edição do Café com Moda. Desta vez, a mesa redonda, atividade da disciplina Fundamentos Sócio-Antropológicos em Moda, terá como tema “Blog: tecnologia, comunicação e moda”.

O objetivo é discutir sobre essa ferramenta de comunicação, usada como vitrine de ideias, projetos e produtos. Ao contrário de ser uma conversa sobre as teorias que discutem as novas mídias, o Café será um intercâmbio de experiências, uma troca de ideias com aqueles que também utilizam o blog como vitrine.

A Cadicoisa está entre os convidados para o bate-papo e participa do evento com o designer Klébeson Moura, e os jornalistas Isaac Lôbo e Mari Chiba. A jornalista Jéssica Souza, do blog Repórter de Sandálias, também participa da mesa redonda. Na ocasião, a plateia terá a oportunidade de conhecer o Fazendo Moda, blog criado como espaço de exercício para os alunos do 5° semestre, na disciplina Jornalismo de Moda.

Pós-graduada em Abordagem Textual e blogueira há dois anos, a jornalista Jéssica Souza compartilhará com a plateia as experiências vividas por meio do blog Repórter de Sandálias, onde os relatos vão além do registro pessoal e buscam provocar seus leitores com reflexões sobre o cotidiano.

Sócios da Cadicoisa, Isaac Lôbo, Mari Chiba e Klébeson Moura apresentarão um pouco deste blog. Mais do que exbir produtos, o cadicoisa.blogspot.com tem companhado o movimento da moda, cultura, arte, música, fotografia, entre outros.

Serviço: O Café com Moda será nesta segunda-feira, 14, às 18h, no auditório B-100, no campus Alcindo Cacela.

Fonte: Fazendo Moda - http://www.fazendomodanaunama.blogspot.com/

sábado, 12 de setembro de 2009

O ontem e o hoje das visagens e assombrações de Belém

Por Andressa Gonçalves
Foto: Fabrício Nunes / Reprodução

A Matinta Perera, o Lobisomem, a Moça sem Face e a Mulher do Táxi são alguns dos personagens que compõem o cenário da literatura oral amazônida. Contadas em conversas de "porta de casa", as histórias sobre visagens e assombrações atraíam a atenção do belenense, funcionando como ótima forma de entretenimento de uma sociedade que desconhecia o "tempo moderno".

O devenir da história da humanidade trouxe ao mundo a Primeira Guerra Mundial e o início dos meios de comunicação; a Revolução Industrial e a produção em massa; o fim da Guerra Fria e expansão do sistema capitalista, até que, na casa dos paraenses, chegou a televisão.

A programação televisiva reteve em casa o povo que antes ia à porta conversar. Os galãs das novelas roubaram o protagonismo antes pertencente aos personagens das macabras histórias de Belém. Das casas, as pessoas mudaram-se para condomínios verticais e se acostumaram com o individualismo, afastando-se do convívio com outras pessoas. Paralelamente, o Lobisomem, a Moça sem Face e a Matinta Perera foram esquecidos.

Ao observar a escassez da literatura oral no cotidiano belenense, Walcyr Monteiro, escritor, presidente do Centro Paraense de Estudos de Folclore, jornalista e amante da literatura oral, reuniu, em "Visagens e assombrações de Belém", 25 histórias que constituem o imaginário local, incluindo um rico material sobre o "Culto das Almas", prática religiosa exercida até hoje em Belém.

O autor, que se denomina apaixonado pela Amazônia, nasceu e cresceu na “Belenzita” de 200 mil habitantes, ouvindo os mitos amazônicos que diariamente constavam como pauta na conversa dos adultos, sempre depois de discutirem sobre o noticiário do dia. "A essa altura, Belém tinha apenas uma emissora de rádio", diz o escritor.

No jornal "A Província do Pará", Walcyr Monteiro iniciou seus escritos sobre as visagens e as assombrações de Belém, a fim de preservar o universo da cultura regional, que se tornara volátil. "As lendas e os mitos funcionam como elementos de instrução. Sempre haverá alguém para contar histórias e sempre haverá alguém para ouvi-las", diz.

“Visagens e assombrações de Belém” não traz somente o resgate de uma identidade cultural. O livro revive uma Belém com clima de misticismo, retornando a uma época em que os temores da sociedade não iam além de aparições fantasmagóricas. A relação entre o fantástico e o real resulta em uma leitura gostosa, oferecendo ao leitor um conhecimento acerca da história da cidade de Belém - uma história saída diretamente do imaginário popular, das ruas da cidade, por pessoas que afirmam ter testemunhado os fatos documentados por Walcyr Monteiro.
“As incríveis histórias do caboclo do Pará” e “Visagens, assombrações e encantamentos da Amazônia” são outros títulos do escritor, que constituem um acervo com alguns exemplares em japonês, espanhol e inglês, lançados no exterior.

Apesar de grande parte da população ter perdido o contato com a literatura oral, muitos ainda lembram e têm suas versões sobre essas histórias, ou relatam novos acontecimentos, envolvendo personagens dos mitos já conhecidos.

Culto das Almas - Mas não só as visagens e as assombrações são importantes culturalmente para Walcyr Monteiro. A mesma importância é atribuída ao “Culto das Almas”, igualmente documentado no livro. O rito é uma prática antiga, realizada todas as segundas-feiras, nos dois principais cemitérios de Belém - o de Santa Izabel e o da Soledade. Este último apresenta características peculiares: é localizado no centro da cidade e já se encontra inativo para enterros há muitos anos. Durante os cultos, as pessoas pedem graças às almas, as quais intermediam as conversas com Deus.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Game Design

Repassar conhecimento sobre metodologia e técnicas na construção de jogos e soluções baseadas em diversão. Esse é um dos objetivos do curso Funchitecture - Construindo Diversão, uma boa oportunidade para o pessoal que trabalha ou pretende atuar na área de projeto de games. O curso será ministrado em Belém agora no mês de setembro pelo designer de games Felipe Teobaldo.

Veja o cartaz de divulgação a seguir e não perca essa partida!


Mais informações: http://atocriativo.org/gamedesign.

Peças Celeste Heitmann em exposição




Fotos de Bob Menezes

Exposição comemora 25 anos de arte de Celeste Heitmann

As belezas e mistérios amazônicos que inspiram Celeste Heitmann estão em linhas de joias e bolsas, que serão expostas em uma mostra comemorativa aos 25 anos de criações da artista. A exposição "Celeste Heitmann: arte e design" será aberta nesta quinta-feira (10), às 19 horas, no Espaço São José Liberto. Na mostra, dez joias em ouro, prata e gemas, e 20 bolsas.

Celeste começou na pintura e passou a aplicar a técnica em bolsas, que têm como diferencial a exclusividade - pintadas em seda e coador de café. Depois de ter seu trabalho reconhecido e comercializado em outros países, a artista começou a produzir joias, que se destacam pela criatividade e valorização das gemas minerais.

Promovida pelo Instituto de Gemas e Joias da Amazônia / Polo Joalheiro do Pará, e governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect), com apoio do Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia e agência Norte Comunicação, a exposição segue até o dia 27 de setembro, aberta de terça a sábado, de 9 às 19 horas, e aos domingos, de 10 às 19 horas. A entrada é franca.

Para conhecer mais o trabalho de Celeste Heitmann, acesse www.celesteheitmann.com.

Fonte: Ascom – Igama / Imagens: reprodução